terça-feira, 15 de novembro de 2011

ATO XVII : Viva e Sinta a Poesia

 

 

Ela sentou no meio -fio

Começou a escrever alguns versos ...

Ela foi para sua casa, para seu quarto...

Terminar o que começou.

Era puro, era dor, ela sentia.

A maravilha da poesia....

Misturada a loucura da sua mente perturbada,

Com a ponta fina da caneta ela se furava... 

O sangue em seu caderno pingava

E ela chorava e sentia a poesia.

Como se não gostasse da loucura que ali vivia

Sem saber se era sonho, ou se tudo era real

Só seguia a vontade, que dizia aquela frase

Viva a poesia e sinta toda a dor.

Ela enfiou a ponta da caneta que lhe rasgava o pulso

O sangue jorrava sobre a folha que continha

O que ela dizia :

Viva a poesia....  Viva  a poesia.

Era tudo que escrevia.

A mente controlava

Toda loucura que ela vivia

A mente era o que fazia

Escrever e sentir poesia.

E morreu sem antes ler

Apenas sentiu o prazer

De escrever o que a mente dizia

Viva e sinta a Poesia. 

 

  

  



 

 


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